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29/10/2019 | 17h09min

Sindicato assinala queda de empregabilidade na construção civil, em Santiago

Para o presidente do Sindicato, Carlos Roberto Vieira a situação deste ano é bastante complicada em relação a anos anteriores

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

O setor da Construção Civil em Santiago apresentou queda e uma das causas foi o corte de financiamentos. Para o presidente do Sindicato, Carlos Roberto Vieira a situação deste ano é bastante complicada em relação a anos anteriores.Lembrou que em 2020 pretende combater o uso informal na construção civil do microempreendedor individual que atua sem assinatura da carteira de trabalho.

 

Em relação às rescisões Vieira disse que hoje sua realização não é mais obrigatória no sindicato, muitas sendo feitas diretamente com os patrões.

 

De janeiro a setembro deste ano, o setor admitiu  163 e demitiu 193 profissionais, com variação absoluta negativa de  menos 30./ Só no mês de setembro, empregou 08 e demitiu 12 pessoas, conforme dados  do Caged.

 

Sobre os Equipamentos de Proteção Individual – EPIs  disse que  o sindicato cobra dos responsáveis levando em consideração que os equipamentos de proteção é de suma importância para a preservação da vida e integralidade física do trabalhador.

 

“Existem patrões que não oferecem os equipamentos e operários que não pedem” observa Vieira. 

 

A falta de uso dos EPIs é verificada principalmente em pequenas construções. Por outro lado, se nota por grande parte de construtoras, o rigoroso uso dos mesmos.  Já na próxima quinta-feira o sindicato vai realizar a assembleia para prestação de contas e sindicalização.

 


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