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15/06/2020 | 09h41min

Saiba como aumentar a imunidade para o inverno

Nutricionista destaca dicas de alimentação e importância da hidratação

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

Com a proximidade do inverno (cuja data oficial de início é 20 de junho), chega também o período em que as pessoas costumam ter mais resfriados e gripes, já que o frio dessa época deixa o organismo mais propenso a essas doenças. Além disso, a queda nas temperaturas faz com que as pessoas permaneçam por mais tempo em ambientes fechados fazendo com que os vírus se disseminem mais facilmente. Para evitar a suscetibilidade a essas doenças, é importante estar atento para a melhoria da imunidade. 

 

De acordo com o médico infectologista do Hospital Emílio Ribas, Jean Gorinchteyn, uma noite bem dormida, alimentação balanceada, vida mais tranquila e atividades físicas ajudam a melhorar a imunidade, mas não impedem que as pessoas entrem em contato com os vírus.

 

"Por isso, essas medidas são fundamentais, mas aliadas a fatores de prevenção que são: evitar as aglomerações, manter o distanciamento social, usar máscaras e fazer a higienização frequente com água e sabão ou álcool gel". Ele ressaltou ainda que é fundamental tomar a vacina contra a gripe.

 

Os quadros alérgicos também tendem a se intensificar nesse momento, ou seja, doenças de hiper sensibilidade respiratória, como rinite e sinusite. "Alguns pacientes, como os asmáticos, podem ter a asma induzida principalmente por que é um período que chove menos e a dispersão de poluentes tende a ser menor."

 

Para aqueles que estão mantendo o distanciamento social em casa devido à pandemia de covid-19, o médico recomenda manter os ambientes arejados, ventilados e, no caso daqueles que têm problemas alérgicos, evitar cortinas, tapetes e pelos de animais. "Em contrapartida, temos que pensar que as pessoas que tiverem sintomas devem ser avaliadas por um profissional para descobrir qual é o tipo de vírus presente."

 

Em virtude da pandemia, Gorinchteyn ressalta que é preciso estar atento para as várias manifestações do novo coronavírus, que vão de leve a muito severas. "Por isso, existe a necessidade de que qualquer pessoa que tenha sintomas respiratórios, mesmo que brandos, seja avaliada e testada, mesmo com formas leves, para garantirmos que esse indivíduo não venha a apresentar o vírus e contaminar as pessoas no seu entorno."

 

O infectologista explicou ainda que a imunidade alta não é garantia de que o indivíduo não seja infectado pelo novo coronavírus, portanto, não existe receita para aumento de imunidade no caso da covid-19. "O que existe é prevenção. Nós nunca sabemos quem vai desenvolver a forma viral. Percebemos que isso muitas vezes está relacionado também a um excesso de resposta inflamatória.  Quanto maior a resposta inflamatória, maiores os impactos que o coronavírus causa no organismo".

 

 

EBC


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