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22/12/2020 | 15h22min

Só na primavera mais de mil registros de contaminação por Covid-19 em Santiago foram contabilizados

O primeiro caso de coronavirus no município foi registrado no dia 23 de março de 2020 e primeiro óbito no dia 11 de julho

População não pode se descuidar dos protocolos de saúde. Foto: Ieda BeltrãoPopulação não pode se descuidar dos protocolos de saúde. Foto: Ieda Beltrão

O inverno de 2020 não foi o grande vilão para disseminação da pandemia por coronavirus em Santiago como prenunciava as autoridades em saúde. Baseado em dados divulgados pela Secretaria Municipal da Saúde, no período de 21 de junho até 21 de setembro, início  e fim da estação fria, foram registrados 336 casos. Já no período de 22 de setembro a 20 de dezembro, início e fim da  Primavera foram 1.027 registros da doença. O verão que iniciou ontem já registra 18 novos casos.

 

No inverno a situação ainda era nova e com grau de temeridade maior do que se vislumbra atualmente. Os recursos para superação e contenção estavam surgindo, tudo era novo, assim como as projeções de contaminação e a luta constante para achatar a curva de contágio. A pandemia que deveria acabar com o fim do frio e início do verão, voltou com força e a única esperança de tranquilidade é a vacina, período este, que deverá se constituir como um marco mundial para que mais pessoas não morram e se infectem.

 

É claro que  com o passar do tempo aumentou a possiblidade de testes e com isso a confirmação, ou não, de novos registros. Mas o que mais preocupa é o descaso em relação ao cumprimento rigoroso dos protocolos de distanciamento controlado, que até o momento é a única forma de conter a expansão do vírus.

 

O primeiro caso de coronavirus no município foi registrado no dia 23 de março de 2020 e primeiro óbito no dia 11 de julho. Até o momento 19 pessoas já morreram por complicações provocadas pelo vírus. O titular da secretaria da saúde, Eldrio Machado pede à população que não se descuide neste fim de ano e colabore para que a expectativa de colapso na rede hospitalar e a preocupação para a primeira quinzena de janeiro não se confirmem.

 

Os meses de outubro, novembro e dezembro (até a data de ontem) registraram o maior número de casos desde o surgimento da pandemia.

 

 


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