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05/02/2020 | 09h14min

Programa Pró-Milho RS será lançado nesta sexta

Analisar questões como produção, qualidade e crédito e comercialização estão entre os objetivos da iniciativa

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

Com o objetivo de aumentar a produção de milho, tornando o Rio Grande do Sul autossufuciente no cereal, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) irá lançar na sexta-feira (7) o Programa Estadual de Produção e Qualidade do Milho (Pró-Milho RS). A iniciativa será apresentada durante a 9ª Abertura da Colheita do Milho, em Chiapetta, na região noroeste.

 

“O Pró-Milho RS foi construído com a participação de entidades representativas, produtores, cooperativas, cerealistas, integradoras de aves e suínos, além das entidades de pesquisa, ensino e assistência técnica como a Emater, conveniada da Seapdr”, explica o secretário Covatti Filho.

 

As discussões para a idealização do programa ocorreram ao longo de 2019 na Câmara Setorial do Milho, que criou grupos de trabalho para analisar questões como produção, qualidade e crédito e comercialização. Foram discutidas diretrizes, metas e estratégias para o programa.

 

“O milho é um cereal estratégico para o agronegócio gaúcho, pois interage com toda a cadeia de aves, suínos e bovinos, que representa 10% do PIB do Estado. A participação do setor produtivo na Câmara Setorial para a elaboração do programa foi fundamental para uma política realmente efetiva para o setor”, destaca o diretor do Departamento de Política Agrícola da Seapdr, Ivan Bonetti, que coordenou os trabalhos.

 

Durante as discussões do Pró-Milho RS, os participantes abordaram três eixos. Na produção, destacaram a necessidade de intensificar a assistência técnica aos produtores, ter maior eficácia tecnológica na produção, ampliar a área irrigada de milho, pesquisar variedades mais adaptadas a cada região e aumentar a produtividade em regiões de menores resultados por área. 

 

No item qualidade, o foco está em ampliar o número de secadores de grãos, modernizar os procedimentos de recebimento, limpeza e secagem e ampliar a capacidade estática de armazenamento no Estado. Para crédito e comercialização, indicou-se ampliar comercializações antecipadas e a utilização de mecanismos de travamento de preços, como contrato a termo, mercado futuro e contrato de opções; agilizar as contratações dos financiamentos de custeio e investimento e buscar parcerias com agentes financeiros e bancos de fábrica para financiamentos de equipamentos de irrigação, secadores e armazéns.

 


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