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01/06/2020 | 15h37min

Pelos números 2% da população ativa, com carteira assinada, perdeu o emprego em Santiago

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Sadi João Gioda Neto, 1,9% de emprego deixou de existir nesse período de pandemia

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

O acumulado 2020 – admissões x demissões – está com 35% em Santiago, conforme dados do Caged. De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Sadi João Gioda Neto, 1,9% de emprego deixou de existir nesse período de pandemia. Pelos números 2% da população  ativa com carteira assinada, perdeu o emprego.

 

Sadi coloca que a prefeitura e o Centro Empresarial têm procurado facilitar ao máximo, o acesso ao crédito para micro e pequenos empreendedores, assim como atendimento na sala do empreendedor que vem crescendo a cada dia, no sentido de mudar o atual cenário.

 

Em âmbito geral as demissões superaram as contratações com carteira assinada em 860.503 postos de trabalho, em abril. Foram 1.459.099 desligamentos e 598.596 contratações. 

 

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados dia (27 ) de maio  mostram que a queda no número de contratações contribuiu de forma expressiva para o saldo negativo de empregos formais. Enquanto as demissões tiveram um incremento de 17,2%, as admissões caíram 56,5% na comparação com abril de 2019. Em valores nominais, 

 

São Paulo teve o pior desempenho, com saldo negativo (mais demissões do que contratações) de 260.902. O estado é seguido por Minas Gerais com 88.298 demissões; Rio de Janeiro, 83.626, e Rio Grande do Sul, 74.686 demissões.


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