No ar:
Geração 2000 - Jones Diniz    20h10min às 23h59min

Ouvir!     

» Geral »


23/06/2020 | 16h15min

Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar orienta sobre campanha contra violência doméstica

Foto Mayara Santos/DivulgaçãoFoto Mayara Santos/Divulgação

Em Santiago a Brigada Militar através da Patrulha Maria da Penha divulga a campanha “Sinal Vermelho”. Durante o isolamento social, em meio à pandemia do COVID-19, a violência doméstica contra as mulheres aumentou consideravelmente. Muitas vítimas estão com dificuldade de denunciar o agressor ou de buscar ajuda, porque estão o tempo todo em sua companhia.

 

Essa campanha coloca as farmácias como agentes na comunicação contra a violência doméstica. Fruto de uma parceria entre a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conta com o apoio de várias entidades. A proposta é oferecer aos trabalhadores das farmácias – farmacêuticos, e balconistas uma sugestão para acolhimento das vítimas e tomada de providências. A participação dos atendentes de farmácia na campanha consiste na comunicação com a polícia e no acolhimento da vítima.

 

Qual será a ação de mobilização?

 

Um “x” escrito com batom (ou outro material) na palma da mão da mulher vítima de violência, que pode ser mostrado na farmácia. Quando a vítima apresentar o “x”, o atendente deve ligar para o número 190 e acionar a Brigada Militar. Em seguida, se possível, conduzir a vítima a um espaço reservado pela farmácia, que pode ser a sala de medicamentos ou o escritório, para aguardar a chegada da polícia. Para a segurança de todos e sucesso da operação, sigilo e discrição são muito importantes.

 

Para a vítima, basta um x de batom na mão. Para a Farmácia basta uma ligação para o 190.

 

 


Veja também:


26/09/2020 | 17h24min

» Brasileirão: TRT-RJ suspende Palmeiras e Flamengo devido a infectados pela covid-19

26/09/2020 | 17h15min

» Pandemia: Média de mortes por covid-19 no Brasil cai 10,35% em uma semana

26/09/2020 | 09h35min

» Saúde: América Latina pede na ONU acesso livre à vacina e créditos para sobreviver ao vírus


Comentários:


Voltar ao topo