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02/06/2020 | 10h07min

Estudantes de Agronomia da Uri Santiago aprovam artigo que fala sobre solo

"Variação espacial e temporal da acidez potencial dos solos, com preparo convencional", é o tema

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

No mês de maio, acadêmicos e egressos do curso de Agronomia da URI Santiago aprovaram o artigo ‘Variação espacial e temporal da acidez potencial dos solos, com preparo convencional’, na revista Energia na Agricultura da Universidade Estadual Paulista (UNESP), o qual sintetiza dois anos de monitoramento pedométrico, com a conversão do campo para a agricultura, tendo como autores: Lucas Nascimento Brum, Júlio Cesar Wincher Soares, Daniel Nunes Krum, Higor Machado de Freitas, Claiton Ruviaro, Thaynan Hentz de Lima,t Otávio Ladislau Garcia Medeiros e Matheus Ribeiro Gorski. O professor Júlio Wincher, explica que esse monitoramento seria o acompanhamento no espaço e no tempo das propriedades dos solos, neste caso, ligadas à acidez. “Pedologia é o estudo qualitativo dos solos, já a pedometria seria um estudo quantitativo das propriedades do (s) solo (s)”.

 

Conforme o estudante Lucas Nascimento Brum, na URI Santiago são cursadas  disciplinas que despertam o interesse sobre inúmeros temas. Para o aluno, as disciplinas de solos e de geotecnologias foram marcantes, com acesso a laboratórios funcionais e de última geração.

 

 “Também, nos últimos anos participei do programa de estágio da universidade e sob orientação do professor Júlio, trabalhei com situações adversas do cotidiano nos laboratórios, onde apliquei o conhecimento construído nas disciplinas, além de agregar conhecimentos práticos de forma colaborativa e interdisciplinar, que serão fundamentais para o meu desenvolvimento profissional”.

 

Para a publicação do artigo as pesquisas foram apoiadas pelo Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC – URI), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Polo de Modernização Tecnológica do Vale do Jaguari (PMTVJ) e Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.

 

SAIBA MAIS: 

 

Segundo o professor Júlio, boa parte do sucesso nas plantações brasileiras não seria possível, devido ao predomínio de solos ácidos nas diferentes paisagens do país. O desenvolvimento de solos ácidos está associado ao clima tropical e subtropical, com chuvas generosas, o que contribui para a perda de nutrientes nos perfis, conhecida agronomicamente como lixiviação. Desta maneira, os solos apresentam reatividade associada ao hidrogênio e ao alumínio, principalmente. Com o pH baixo, a disponibilidade de nutrientes para as plantas fica comprometida, em contraponto, ocorre a disponibilidade de elementos tóxicos.

 

No Vale do Jaguari e na Fronteira Oeste a realidade não é diferente, especialmente, em áreas recém abertas para a agricultura. Para corrigir a acidez é preciso o estudo do solo com uma boa amostragem, seguida de recomendação e aplicação de calcário. O calcário tem como função principal a correção da acidez, além do fornecimento de dois importantes nutrientes, o cálcio e o magnésio.


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