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24/09/2020 | 16h44min

Emater incentiva o uso e produção de receitas caseiras para controle de pragas e doenças

De acordo com o engenheiro agrônomo Otávio Mendonça Poleto, estas iniciativas usadas pela população rural e até urbana

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

A Emater através do escritório de Santiago está incentivando o uso e produção de receitas caseiras para controle de pragas e doenças. De acordo com o engenheiro agrônomo Otávio Mendonça Poleto, estas iniciativas usadas pela população rural e até urbana têm evitando inúmeros dados nas plantas.

 

Entre as indicações estão: fertilizante e repelente à base de urina de vaca, que, por exemplo, aumenta a resistência do tomate e alface; isca para a mosca das frutas feita a partir de vinagre, açúcar e água; inseticida e fungicida de água com cinza, inseticida com água e sabão, para insetos em geral e inseticida e fungicida com leite.

 

O modo de preparar, os utensílios e a quantia certa para cada receita caseira pode ser consultado diretamente no escritório da Emater localizado na Avenida Júlio de Castilhos em frente a Praça Franklin Frota. Otávio coloca que para quem tem interesse em cultivar flores e frutos conta uma gama de produtos naturais que garante a saúde e integralidade da planta.

 

Otávio Mendonça Poletto aproveitou para lembrar aos produtores que ainda não tomaram conhecimento o herbicida à base de Paraquat está com venda e  uso proibido, de acordo com Portaria do Ministério da Agricultura, por determinação da Anvisa. Conforme o Agrolink os agrotóxicos encontrados a partir de 22 de setembro deste ano na posse de comerciantes ou usuários serão apreendidos. Sugere   que entreguem o produto junto a Inspetoria de sua cidade para evitar problemas com a fiscalização.

 

A reavaliação toxicológica do paraquat foi determinada em 2008 pela Anvisa e somente em 2017 a agência publicou a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) n° 177/2017, que “dispõe sobre a proibição do ingrediente ativo Paraquat em produtos agrotóxicos no país e sobre as medidas transitórias de mitigação de riscos”. 

 

Após algumas atualizações, a RDC 177/2017 determinou o banimento do produto a partir de setembro de 2020, concedendo três anos de prazo de adaptação do mercado à saída do produto.  Na consulta pública sobre o assunto, no entanto, no site da Anvisa, a maioria dos manifestantes condenou a proibição. Um dos argumentos mais repetidos foi o de que o produto é único no mercado capaz de controlar plantas daninhas resistentes ao glifosato e outros herbicidas.


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