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01/11/2019 | 10h30min

Dia de Finados: equipes de combate à dengue alerta para que evitem deixar água parada no cemitério

Problema, segundo Eva Müller, é o acúmulo de água, que facilita a proliferação do Aedes Aegypti

 Nesta semana agentes de endemias estiveram vistoriando o cemitério. Foto: Divulgação Nesta semana agentes de endemias estiveram vistoriando o cemitério. Foto: Divulgação

O cemitério municipal de Santiago tem movimentação intensa tanto na véspera como também no Dia de Finados, que é neste sábado. Muitas pessoas visitam o túmulo de seus entes queridos e, como é também tradicional, acender velas e fazer orações.

 

E a coordenadora das equipes de combate à dengue, Eva Müller, fez um pedido pra que as pessoas estejam atentas a um outro hábito comum dos frequentadores que é o de levar flores, seja em vasos ou em plásticos. O problema, segundo Eva, é o acúmulo de água, que facilita a proliferação do Aedes Aegypti. 

 

Ela sugere atenção com relação aos vasos de plantas, latas, embalagens de buquês de flores ou qualquer coisa que possa juntar água. "Que no Dia de Finados tenhamos mais orações e menos água parada em vasos de plantas no cemitério". 

 

Considerando que o cemitério é um local muito grande, a proliferação do Aedes pode representar uma ameaça a moradores dos bairros próximos. O médico Arlindo Disconzi explica que uma tampinha de garrafa com água é o suficiente pra abrigar uns 400 ovos do mosquito.

 

Nesta semana agentes de endemias estiveram vistoriando o cemitério e recolheram garrafas, latas, tampas, sacos plásticos e eliminaram pontos de água parada. E, espera-se, que no Dia de Finados esse tipo de lixo não volte a se acumular.


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