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28/03/2021 | 10h54min

Curva de mortes no Brasil é quase quatro vezes mais acelerada que a dos EUA

Média móvel no País vem acelerando desde fevereiro e, de lá para cá, taxa de óbitos por milhão de habitantes mais do que dobrou

No momento mais crítico da pandemia, conforme análise de infectologistas, a curva de mortes do Brasil é quase quatro vezes mais acelerada do que a dos Estados Unidos, país onde mais óbitos foram registrados em decorrência de Covid-19 no mundo. Desde o dia 21 de fevereiro, a média móvel de mortes semanais não para de crescer no país da América do Sul. Naquela data, o Brasil contabilizava uma taxa de 4,88 óbitos por milhão de habitantes. Na sexta-feira, o índice havia chegado aos 11,29, ou seja, um crescimento de 131,3% na taxa de mortalidade.

 

Em relação aos Estados Unidos, em 21 de fevereiro, a taxa de morte por Covid-19 era de 5,70 por milhão de habitantes. Nesta sexta, o índice havia caído para 3. Os números são do site Our World in Data, plataforma que reúne informações sobre a pandemia em todo o mundo. Os dados são coletados e organizados por pesquisadores da Universidade de Oxford, do Reino Unido.

 

Cabe ressaltar que o país da América do Norte havia aplicado, até o sábado (27), às 19h, 40,87 doses de vacinas para cada 100 habitantes, enquanto o brasil, 8,81. Ou seja, uma diferença, de mais de quatro vezes na análise proporcional dos dados. Em números absolutos, os EUA injetaram 133,31 milhões de imunizantes nos braços de seus cidadãos. Já o Brasil, havia aplicado 16,56 milhões de seringas, oito vezes menos comparado ao aos norte-americanos.


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