No ar:
Caseriando - Marco Antônio Nunes    12h00min às 14h00min

Ouvir!     

» Geral » Meio Ambiente


06/02/2019 | 09h35min

Conheça ambientes em prédios ou pátios que o mosquito Aedes Aegytpi aprovaria

São fundos de pátio onde há garrafas, vasos, tonéis, ferro-velho, restos de construção e vários outros

Fotos: Divulgação/ Núcleo de comunicação/Prefeitura de SantiagoFotos: Divulgação/ Núcleo de comunicação/Prefeitura de Santiago

Com a frequência de chuvas e o calor, qualquer recipiente que possa acumular água se torna propício para o Aedes Aegypti se procriar.

 

O nível de infestação continua acima do limite e o mosquito é um grande inimigo da saúde pública, pois pode transmitir doenças como a dengue, o zika vírus e a chikungunya.

 

No ano passado, o município registrou 11 casos da doença e intensificou o trabalho de fiscalização nos bairros, orientando as pessoas a manter suas propriedades limpas.

 

Em seu trabalho de vistoria, os agentes encontram ambientes propícios para a proliferação do Aedes Aegypti. São fundos de pátio onde há garrafas, vasos, tonéis, ferro-velho, restos de construção e vários outros.

 

Mas o descuido não é exclusivo de quem mora em residências, mas também pode ser percebido em apartamentos.

 

Há coberturas com piscina onde os proprietários se descuidam da manutenção constante e necessária que impeça a proliferação do mosquito.

 

O compromisso com a saúde pública deve ser assumido por todos. Por isso é importante que as pessoas mantenham seus pátios e locais de trabalho limpos e eliminem de perto as possibilidades do Aedes Aegypti ser uma ameaça para sua própria família.

 


Veja também:


19/10/2019 | 14h53min

» Política: Presidente da CCJ defende rejeitar tratado da OIT que acaba com demissão sem justa causa

19/10/2019 | 14h52min

» Política: Destravar o mercado de gás depende de “vontade política”, afirma presidente da Associação Brasileira da Indústria Química

19/10/2019 | 14h50min

» Economia: AGU: Receita pode compartilhar dados fiscais com órgãos de controle


Comentários:


Voltar ao topo