No ar:
Correspondente Ipiranga - Rede Gaúcha Sat    12h50min às 13h00min

Ouvir!     

» Geral » Saúde


15/04/2020 | 15h40min

Cientistas testam remédio que reduz 94% da carga viral da covid-19

Resultados iniciais foram obtidos em testes em laboratório

Nos próximos dias, cientistas brasileiros vão iniciar os testes clínicos com um medicamento que apresentou 94% de eficácia em ensaios in vitro na redução da carga viral em células infectadas pelo novo coronavírus. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, os testes serão feitos em 500 pacientes internados com covid-19, em sete hospitais do país: cinco no Rio de Janeiro, um em São Paulo e um em Brasília.

 

O nome do medicamento só será divulgado após o fim do protocolo de pesquisa clínica, até que seja demonstrada a sua eficácia e segurança em pacientes, “para evitar uma correria em torno do medicamento”. Mas, de acordo com Pontes, é um remédio de baixo custo, bem tolerado e disponível inclusive em formulações pediátricas. “Por que isso é importante? Ele tem uma vantagem muito grande, tem pouco efeito colateral e pode ser empregado numa grande faixa da população”, explicou.

 

O ministro destacou a importância e o trabalho da ciência brasileira na busca por soluções contra a pandemia de covid-19. “Nós estamos falando de ciência feita no Brasil, uma ciência respeitada em todo o mundo. Os nossos cientistas são muito responsáveis, não só pelo conhecimento, mas pela atitude, esse pessoal tem trabalhado dia e noite. Muitos são bolsistas e estamos conseguindo resultados por meio do trabalho desses pesquisadores”, disse o ministro. “Espero que vocês como brasileiros também tenham orgulho desses cientistas”, ressaltou.


Veja também:


01/06/2020 | 10h51min

» Economia: Saque-aniversário do FGTS é liberado a nascidos em maio e junho

01/06/2020 | 10h47min

» Violência: Central de Atendimento à Mulher registrou mais de 1,3 milhão de chamadas em 2019

01/06/2020 | 10h46min

» Saúde: Brasil já aplicou R$ 113 bi no combate à crise do coronavírus. O maior gasto foi com o Auxílio Emergencial


Comentários:


Voltar ao topo