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17/05/2019 | 17h07min

Caminhada reforça a luta antimanicomial e também pede o fim da exploração sexual de crianças e adolescentes

Conforme a psicóloga Bibiane Palmeiro, do Caps Nossa Casa, o movimento vem crescendo a cada ano

Caminhada pelo centro da cidade. Foto: DivulgaçãoCaminhada pelo centro da cidade. Foto: Divulgação

Nesta sexta-feira, 18 de maio se comemora o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, que é um movimento que trabalha pela reforma psiquiátrica e propõe o fim dos manicômios.

 

Em Santiago, equipes da secretaria de Saúde participaram de uma passeata pelas ruas principais, com profissionais dos serviços da área de saúde mental. Depois, houve encontro na esquina da praça, onde ficaram expostos materais produzidos nas oficinas terapêuticas dos Centro de Atenção Psicossocial (Caps).

 

Conforme a psicóloga Bibiane Palmeiro, do Caps Nossa Casa, o movimento vem crescendo a cada ano, com mais apoio e entendimento da sociedade sobre a necessidade de uma forma mais humana de cuidar das pessoas que possuem sofrimento psíquico.

 

"É uma luta por tratamentos dignos, que propiciem a inserção social, a autonomia, a proximidade com a família, distante do modelo que era comum há anos atrás, que agravava a situação de saúde", considera a profissional, que avaliou como muito positivo o Dia da Luta Antimanicomial em Santiago, que teve a intensa participação também de usuários dos serviços de saúde.

 

A caminhada foi também acompanhada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, que divulgou o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, que acontece na mesma data.


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