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01/09/2020 | 13h35min

Aumenta a violência doméstica em Santiago com a pandemia

A observação é da titular da Coordenadoria Municipal dos Direitos da Mulher de Santiago, Mara Machado

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

"Infelizmente os indicadores são péssimos, para uma entidade que tem o objetivo de diminuir a violência contra a mulher." A observação é da titular da Coordenadoria Municipal dos Direitos da Mulher de Santiago, Mara Machado, cita que em função de uma maior permanência dos maridos ou parceiros em casa, assim como dos filhos, a situação ficou mais complicada.

 

Recorda que antes, a situação da violência contra a mulher estava normalizada, quadro bem diferente com o surgimento da pandemia, exigindo maior atuação da patrulha Maria da Penha frente ao aumento dos casos.

 

Segundo Mara Machado, a partir dos Boletins de Ocorrência (BO) a coordenadoria faz contato com as vítimas por telefone oferecendo atendimento psicológico, social ou jurídico  no sentido de auxiliar as mesmas.

 

Sobre o perfil das vítimas de violência a dirigente disse que a maioria  apresenta dificuldade financeira, mas que isso também ocorre com outras pessoas com alto nível salarial e com curso superior./  Outro fato que junto contribuiu é a associação as drogas, licitas ou ilícitas, como é o caso da bebida alcóolica.

 

A coordenadoria possui uma ampla  rede atendimento ás vítimas que geralmente chegam angustiadas, em especial por causa dos filhos e dependência financeira. Mara conclui dizendo que toda a assistência possível é oferecida a elas.


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