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11/01/2022 | 17h05min

Além da estiagem produtor precisa ficar atento para insetos na lavoura

Lagartas, percevejos, cascudinhos causam estragos, segundo o engenheiro agrônomo Alan Colling

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

Baixa precipitação pluviométrica facilita o aparecimento de insetos nas lavouras de soja, tais como lagartas, percevejos, cascudinhos, com enfoque principal a tripes que se prolifera rapidamente. Quando o agricultor não faz o manejo adequado de fungicidas, inseticidas e herbicidas  a tripes silenciosamente vai causando dano na cultura.

 

De acordo com o engenheiro agrônomo Alan Colling estes insetos se instalam na parte baixa da planta, raspando e desidratando, levando o abortamento total. Observa que a ação deste inseto pode comprometer de 500 a 1000 quilos de soja por hectare, fora o dano causado pela falta  de chuva. Para evitar isso se recomenda a entrar com manejo mais correto possível para fazer o controle da tripes, junto com o ácaro que está inserido na mesma linha de controle.

 

Alan ressalta que muitas vezes a lavoura é avaliada sempre no mesmo local. No entanto isso deve ser feito em diferentes pontos junto com o controle, observando temperaturas mais amenas, no período do entardecer para a noite ou durante a madrugada até amanhã.

 

O engenheiro agrônomo observou que a soja já vem sofrendo com a falta de chuva, se agravando com a incidência dos insetos. Indagado sobre o maior predador, Alan disse que tudo depende das fases. Para o período mais seco citou a tripes, o ácaro e as lagartas. Para o estágio de formação atenção com os percevejos.

 


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