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05/07/2019 | 17h09min

Alimentos que compõem cesta básica diminuíram em 10 capitais brasileiras e aumentaram em outras sete

A cesta mais cara do país foi registrada em São Paulo, seguida pelo Rio de Janeiro e por Porto Alegre. Já os menores valores médios foram observados em Aracaju e Salvador

No mês de junho, o conjunto de alimentos essenciais em uma cesta básica diminuiu em 10 capitais brasileiras e aumentou em outras sete. Os dados foram divulgados pelo DIEESE, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

 

De acordo com o levantamento, as quedas mais expressivas ocorreram em Brasília (-6,65%), Aracaju (-6,14%) e Recife (-5,18%). Já as maiores altas foram registradas em Florianópolis (1,44%), Rio de Janeiro (1,16%), Belo Horizonte (1,05%) e Campo Grande (1,03%).

 

A cesta mais cara do país foi registrada em São Paulo (R$ 501,68), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por Porto Alegre (R$ 498,41). Já os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76). De acordo com a supervisora de preços do DIEESE, Patrícia Costa, a cesta básica do Nordeste tem uma composição diferente quando comparada com a das regiões Sudeste e Sul do país.

 

“As cestas do Sudeste e do Sul tem uma maior quantidade de carne e no Nordeste essa quantidade é menor. Também no Sul e no Sudeste se pesquisa batata, e no Nordeste não. Então, ela tem algumas diferenças de composição que explicam as cestas do Norte e Nordeste sempre estarem como as mais baratas e as do Sul e Sudeste como a mais cara”, comenta.

 

Entre maio e junho deste ano, houve tendência de diminuição nos preços do feijão, da banana e do café em pó. Já as cotações do leite integral, arroz agulhinha e açúcar aumentaram na maior parte das cidades.

 

Com base na cesta mais cara que, em junho, foi a de São Paulo, e levando em consideração uma determinação constitucional que determina que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

 

No mês passado, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.214, 62, ou 4,22 vezes o mínimo de R$ 998.


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