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21/02/2017 | 11h13min

Mudanças alimentares que fazem a barriga baixar de verdade

Fibras, água, chá verde estão incluídos

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

O excesso de gordura acumulado na barriga incomoda muitas pessoas, a famosa e temida "pochete". Ainda que seja impossível emagrecer somente uma parte específica do corpo, dá para adotar medidas temporárias para secar essa barriguinha extra e reduzir a sensação de inchaço. E o melhor: de maneira express.

 

A maioria das pessoas acredita que o remédio para a gordura localizada na barriga são abdominais. Na realidade, o exercício não queima muitas calorias e tem a principal função de enrijecer a musculatura trabalhada, portanto, não serve para atacar o problema. O que realmente faz diferença nesse caso são mudanças alimentares.

 

O plano a seguir tem 5 objetivos principais:

 

Eliminar toxinas do corpo, que causam inchaço e impedem o funcionamento pleno e correto do organismo


Combater a retenção de líquido, eliminando o inchaço (que muitas vezes é responsável pela saliência na barriga)


Promover o bom funcionamento intestinal


Acelerar a queima de gorduras geral do corpo (incluindo a abdominal)


Reduzir a inflamação abdominal

 

Não se trata de uma dieta para longo prazo – que só pode ser indicada individualmente e por um profissional de saúde qualificado, como o nutricionista –, mas sim um plano emergencial para atacar o inchaço momentâneo e fazer uma faxina no organismo.

 

Adote esses 7 hábitos durante uma semana, incorporando um novo a cada dia, e ganhe uma barriga mais lisinha e um organismo mais saudável:

 

Fibras + água: inclua alimentos fibrosos na dieta, como folhas verdes, brócolis, grão-de-bico, feijão, maçã (com casca), mamão, melancia, etc., além de 2 colheres (sopa) de semente de linhaça ao longo do dia. Não deixe de beber 2 litros de água, para que as fibras não ressequem.

 

Elimine toxinas da alimentação: é difícil, mas dura pouco. Elimine cafeína (café, chocolate, chá, etc.) da alimentação, bem como açúcar branco, alimentos ultraprocessados e conservantes. Procure comer só alimentos naturais e reduza ao máximo o sal dos pratos.

 

Corte a lactose: se você não tem intolerância ou alergia, não deve adotar este hábito para sempre, apenas durante o detox. A lactose tem difícil digestão, aumenta a produção de gases e causa desconforto e inchaço. Procure alternativas como leite vegetal e mussarela de búfala.

 

Corte o glúten: o corpo tem dificuldade de quebrar o glúten e, por isso, ele causa uma leve inflamação no intestino, além de causar prisão de ventre. Porém, como no caso da lactose, se você não tiver doença celíaca, não deve abrir mão desta proteína para sempre.

 

Inclua termogênicos onde conseguir: dê uma forcinha ao seu metabolismo adicionando gengibre e canela às preparações doces e pimentas às preparações salgadas. Eles aceleram a queima de gordura e garantem mais sabor aos pratos.

 

Corte a carne vermelha: a proteína animal é mais difícil de ser digerida do que a vegetal, mas a carne vermelha é especialmente trabalhosa para nosso sistema digestivo. Inclua apenas carnes brancas leves na dieta, como peixes e frango.

 

Tome chá verde: você já deve estar bem mais desinchada neste sétimo dia. Para expulsar o resto das toxinas do corpo e o excesso de líquidos, prepare uma garrafa de 1,5 l de chá verde (feito naturalmente a partir da erva) e beba ao longo do dia.

 

Vix/Viva

 

 


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