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30/03/2017 | 11h50min

Superlotação do Presídio Estadual de Santiago preocupa autoridades que se reúnem para debater a situação

Entretanto o mais gritante é a falta de estrutura para a separação dos presos, por contar somente com uma galeria

Presídio Estadual de Santiago está lotado. Foto: Ieda BeltrãoPresídio Estadual de Santiago está lotado. Foto: Ieda Beltrão

Diretores da Associação dos Agentes, Monitores e Auxiliares Penitenciários do RS (Amapergs-Sindicato) promoveram importante reunião na manhã desta quinta-feira, 30  para a qual foram convidados representantes do Ministério Público, Defensoria Pública e Juizado da Vara de Execuções Criminais com objetivo de avaliar as condições de trabalho dos agentes que atuam no presidio estadual de Santiago.

 

O diretor da Amapergs, Rodrigo Kist disse que os mesmos estão trabalhando com muita dificuldade para manter a segurança da população de Santiago. Salientou que o presidio local apresenta um problema sério, que não é diferente dos demais do estado, que a  é superlotação e o déficit do efetivo funcional.

 

Entretanto o mais gritante aqui é a falta de estrutura para a separação dos presos, por contar somente com uma galeria, além de outras demandas como a falta de tratamento de esgoto, viaturas e falta de munição antimotim. Por isso foi proposto ao Judiciário e Ministério Público o pedido de interdição da casa prisional.

 

Rodrigo já é sabedor que o MP tem se demonstrado sensível á situação atual do presidio de Santiago, reconhecendo ainda que, por parte do Judiciário existe o fator “cautela”, porque o preso teria que ser remetido à outra Comarca, sem falar que todo o sistema prisional atualmente está superlotado.  Lembra que o déficit, em toda a Susepe, gira em torno de 11 mil vagas. “Existem 24 mil vagas e 36 mil presos, obrigando se continuar assim, às Delegacias de Polícia albergar detentos, o que é considerado um absurdo”, acrescenta.

 

Pelos últimos dados divulgados dia 28, pelo administrador do presidio estadual de Santiago, Marcelo Machado, o sistema tem capacidade para 64 apenados, estando com 165 (média de 11 por cela, cuja capacidade é de 04); o albergue com capacidade para 48 detentos, hoje está 46, totalizando 211 presos.


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