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26/01/2018 | 10h03min

Sônia Nicola fala sobre UTI Móvel e as responsabilidades do HCS

Diretora técnica ressalta pontos importantes referentes a pagamentos; hoje é um dos principais "dores de cabeça" da instituição

Calma: assim a diretora técnica do Hospital de Caridade de Santiago, Sônia Nicola definiu a semana no HCS.  Mais atendimentos no Pronto Socorro, e vítimas de acidentes de motocicletas, mas nada com gravidade.



Já no Centro de Oncologia muitas pessoas estão procurando para agendar consultas. A partir daí são definidos os tratamentos que essas pessoas terão de dar segmento mais tarde. A grande expectativa é a liberação para o SUS (quimioterapias), que segundo ela aumentará a procura devido ao grande número de usuários do serviço. 

 

Outros assunto abordado pela Drª Sônia Nicola foi em relação a transferência de UTI Móvel de pacientes. "Quando um paciente chega em estado grave e necessita de um leito de CTI e não temos disponibilidade é necessário a consultar a Central de Leitos, que fica em Porto Alegre. Lá eles mapeiam uma cidade onde exista a disponibilidade. Se o município que vai o paciente é de até 200 quilômetros daqui de Santiago, a prefeitura paga esse transporte, acima disso quem paga é a Central de Regulamentação do Estado, em Porto Alegre , ou seja o hospital só negocia a internação, mas não tem nada a ver com pagamento", explica Sônia.

 

Em nivel de Pronto Socorro isso acaba dando muitos problemas, afirma a diretora técnica do hospital. Hoje, por exemplo, os 10 leitos da CTI estão sendo usados, portanto será necessário esse procedimento e o HCS tem que seguir o protocolo.  Conseguir o leito é necessário e o hospital vai atrás, quando não consegue conta com a ajuda da Prefeitura de Santiago, através da secretaria de Saúde.

 

Quanto a demora, deve-se a distância percorrida por essas ambulâncias (equipadas) que vem de Santana de Livramento e Santa Maria, assim como o atendimento que elas fazendo daquele momento. 

 

"É preciso que as pessoas entendam essa situação para que o serviço possa ser feito de maneira adequada, e que não sejam passadas inverdades sobre a instituição", finalizou a médica.

 


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