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23/02/2018 | 10h32min

Secretaria da Saúde altera horário de funcionamento do PA e fortalece atendimentos nos ESFs

Nos casos de urgência e emergência, as pessoas vão continuar procurando o Pronto-Socorro mantido pelo município junto ao Hospital de Caridade

Foto: Márcio Brasil/Núcleo de Comunicação/DivulgaçãoFoto: Márcio Brasil/Núcleo de Comunicação/Divulgação

A partir de 1º de março o horário de atendimento no Pronto Atendimento (PA) da Secretaria de Saúde volta a ser das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30, de segunda a sexta, para moradores do centro e do interior. Não haverá mais o atendimento no horário das 18h às 22h, como vinha acontecendo.

 

Conforme a secretária de Saúde, Gisélle Ribeiro, essa mudança é porque a procura pelo serviço neste horário de quatro horas a mais era pouca e tinha alto custo. E mais de 80% dos atendimentos eram de consultas de pessoas que moravam em áreas atendidas pelos ESFs e cuja procura poderia ser resolvida em seus territórios.

 

Nos casos de urgência e emergência, as pessoas vão continuar procurando o Pronto-Socorro mantido pelo município junto ao Hospital de Caridade.

 

"O PA é um serviço intermediário, entre ESF e Pronto-Socorro, mas era muito pouco acessado nos horários estendidos, conforme nosso monitoramento comprovou. Nossa decisão de alterar o atendimento foi pensada e baseada em dados técnicos", afirma Gisélle.

 

A intenção da secretaria é fortalecer as unidades de estratégia de saúde e fazer a população usá-las com maior frequência. O atendimento estendido em terceiro turno, que vem acontecendo uma vez por mês, passará a ser quinzenal. Uma vez a cada 15 dias, o atendimento ocorrerá até às 19h30 em todas as unidades. O que vai melhorar para as pessoas que trabalham durante o dia e não conseguem buscar o atendimento.

 

"Com esta nova proposta em atendimentos o serviço ofertado das 18 às 22 horas, anexo ao prédio da Secretaria de Saúde, passa a não existir mais a partir do dia 1º de março, evitando a duplicidade nos atendimentos, visto que o mesmo apresenta alta utilização de moradores de bairros com cobertura de Equipes de Saúde da Família", ressalta Gisélle.


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