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27/07/2017 | 16h21min

Santiago vive o mês de julho mais seco em 40 anos

Chefe do escritório da Emater, Dairton Lewandowisk disse que isso já está refletindo em grandes culturas como pastagem e trigo

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

Santiago vive o mês de julho mais seco em 40 anos. De acordo com a Emater/Santiago, o normal seria em torno de 150 milímetros. Pela estação automática da URI-Santiago até o momento choveu somente 4 milímetros.

 

O chefe do escritório, Dairton Lewandowisk disse que isso já está refletindo  em grandes culturas como pastagem e trigo. O Informativo Conjuntural da Emater, referente à semana passada, demonstra que as geadas e a falta de chuva, prejudicaram o desenvolvimento da maioria das hortaliças fora de ambientes protegidos.

 

Da intenção de plantio de 5.400 hectares de trigo, a área plantada até agora é de 4.700./ Em algumas áreas as plantas estão com o desenvolvimento atrasado devido à falta de umidade no solo.

 

Em relação ao tomate, foram comercializados, na semana anterior 200 kg ao preço médio de R$ 4,00 Kg. A produção comercial teve perda de  30% de 5 mil pés   por causa da geada.

 

Já a alface foram comercializados aproximadamente 9 mil pés, 10% hidropônico e 8% orgânico, todos produzidos em ambiente protegido, com preço médio ao produtor, variando de R$ 1,30 a R$ 1,40 o pé.

 

  Para o Programa de Aquisição de Alimentos, a R$ 1,55 e para o Programa Nacional de Alimentação Escolar a R$ 1,85.  O preço das alfaces orgânicas vendidas na feira  variou entre R$ 1,50 a R$ 2,00 pé.


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