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14/08/2017 | 16h13min

Protocolo de Risco será adotado no Pronto Socorro do Hospital de Caridade de Santiago

Classificação deve ser um instrumento para melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram as portas de entrada de urgência/emergência

Neste ano, em média, por dia,  foram atendidas 160 pessoas no Pronto Socorro. Foto: Ieda BeltrãoNeste ano, em média, por dia, foram atendidas 160 pessoas no Pronto Socorro. Foto: Ieda Beltrão

O Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco será adotado a partir de setembro no Pronto Socorro do Hospital de Caridade de Santiago.

 

A Classificação de Risco deve ser um instrumento para melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram as portas de entrada de urgência/emergência, gerando um atendimento resolutivo e humanizado.

 

De acordo com a diretora técnica do HCS, Sonia Nicola, duas salas foram preparadas, assim como a equipe para o acolhimento do paciente. O de classificação “zero”, tem a preferência, independente dos demais. Sonia Nicola lembra que este procedimento não foi inventado pelo HCS, mas sim pela Portaria 2048, do Ministério da Saúde, determinando este regramento aos hospitais.

 

De acordo com esta Portaria, este processo “deve ser realizado por profissional de saúde, de nível superior, mediante treinamento específico e utilização de protocolos pré-estabelecidos e tem por objetivo avaliar o grau de urgência das queixas dos pacientes, colocando-os em ordem de prioridade para o atendimento”.

 

Cada paciente deve receber tarjas de cores diferentes, de acordo com as prioridades. A diretora técnica do HCS, ressaltou que o maior problema neste processo, não é o acolhimento, mas o entendimento das pessoas que estão na sala de espera, em especial as que vão para consultar,  voltando a lembrar que sempre a gravidade estará em primeiro lugar no Pronto Socorro, isto quer dizer determinados atendimento podem demorar até uma hora, dependendo da classificação de risco.

 

As missões do Acolhimento com Classificação de risco são: Ser instrumento capaz de acolher o cidadão e garantir um melhor acesso aos serviços de urgência/emergência;  Humanizar o atendimento e  garantir um atendimento rápido e efetivo.

 

Neste ano, em média, por dia,  foram atendidas 160 pessoas no Pronto Socorro, em um mês chegou em  até 4.680 pessoas.


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