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25/05/2018 | 09h22min

Prefeitura de Santiago adere ao movimento dos caminhoneiros, empresários e produtores

Carreata e fechamento do comércio será durante a tarde desta sexta

Prefeitura de Santiago. Foto: Ieda BeltrãoPrefeitura de Santiago. Foto: Ieda Beltrão

Uma grande manifestação popular está prevista para acontecer em Santiago nesta sexta, 25.

 

O prefeito Tiago Gorski Lacerda confirmou a adesão da Administração Municipal, das 13h30 às 15h, ao evento que tem como objetivo protestar contra o aumento de combustíveis, impostos, de energia, contra a corrupção e pela seridade na política.

 

A concentração será em frente ao Posto Pôr do Sol às 13h30, seguido de uma carreta pelo centro em direção ao Posto do Batista. Por esse motivo, o atendimento na Prefeitura inicia a partir das 15h, com exceção dos serviços essenciais, como nos postos de saúde e escolas, que seguem o expediente normal.

 

O prefeito Tiago Gorski Lacerda divulgou uma nota sobre o assunto:

 

Uma luta de quem acredita num Brasil justo

 

Na condição de prefeito de Santiago e de presidente da AM-Centro, manifesto total apoio ao movimento nacional que se iniciou com o protesto dos caminhoneiros. Mas cresceu para ser uma luta muito maior. E é por isso que tem a união de produtores rurais, de empresários, de Prefeituras, de todos nós que acreditamos num Brasil justo.

É um momento histórico de união de sul a norte deste país. E que precisa do entendimento e do engajamento de nosso povo, de nossas instituições.

Sabemos que a paralisação causa transtornos. Mas já estamos pagando o preço de tantas coisas que não temos a culpa. Os altos tributos, a taxa de desemprego, a falta de atenção do Governo Federal aos municípios. E isso tudo nos atinge.

Os constantes aumentos no preço dos combustíveis já não são mais suportados nem pela população, muito menos pelos cofres públicos municipais, que são sacrificados na redução das receitas e aumento nas obrigações e nas despesas.  Em nossa região, as Prefeituras precisam de muito combustível para manter suas estruturas de serviço ao cidadão. Para transportar pacientes, estudantes, manter as estradas, atender os bairros etc. Todo aumento atinge nossos orçamentos. E afetam a cadeia produtiva de nossa região, que é voltada a produção. Afetam nossos produtores rurais e todo o segmento econômico, no comércio, na prestação de serviços.

E se o povo do interior não planta, a cidade não janta. E se o caminhoneiro não transporta, o comércio fecha as portas. Estamos todos ligados, mas precisamos estar unidos. Neste momento, o Brasil para. Mas é por uma luta justa. Só assim vamos mostrar nossa força e colocar no rumo certo o Brasil que queremos.

 

Tiago Gorski Lacerda

Prefeito de Santiago
Presidente da AM-Centro


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