No ar:

Ouvir!     

» Geral » Economia


10/07/2018 | 10h01min

IBGE estima redução de 5,3% na safra de grãos deste ano

Das três principais lavouras de grãos do país, apenas a soja deverá ter alta em relação a 2017, de 1,2%

Foto: Ieda BeltrãoFoto: Ieda Beltrão

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2018 com uma redução de 5,3% na comparação com a produção do ano passado. Segundo estimativa de junho do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), devem ser produzidos 227,9 milhões de toneladas de grãos no país este ano, 0,1% ou 230 mil toneladas abaixo do estimado em maio.

 

Das três principais lavouras de grãos do país, apenas a soja deverá ter alta em relação a 2017, de 1,2%. As outras duas devem sofrer queda, de acordo com o IBGE: arroz, 7,2%, e milho, 15,9%.

 

Assim como a soja, os demais cereais, leguminosas e oleaginosas pesquisados deverão ter alta na produção deste ano: caroço de algodão (23%), amendoim 1a safra (2%), amendoim 2a safra (14%), feijão 1a safra (3,1%), feijão 2a safra (3,2%), feijão 3a safra (1,8%), mamona (108,1%), aveia (23,7%), centeio (11,4%), cevada (49,2%), girassol (39,8%), trigo (33,6%) e triticale (9,6%).

 

Outros produtos

 

O levantamento também estima a produção de outras lavouras importantes do país, como a cana-de-açúcar, que de deverá ter alta de 0,5% em relação a 2017; o café, com crescimento previsto de 23,8% no período, e o tomate, com alta estimada de 3,5%.

 

Há produtos relevantes para a agricultura nacional que deverão ter queda, assim como o arroz e o milho, no entanto. É o caso da batata-inglesa (-11%), banana (-5%), laranja (-8,4%) e uva (-17,5%).

 

EBC


Veja também:


13/11/2018 | 17h21min

» Economia: Trabalhadores nascidos em novembro já começam a receber o PIS

13/11/2018 | 17h16min

» Pecuária: Segue até o dia 30 de novembro a campanha de vacinação contra a aftosa

13/11/2018 | 13h50min

» Gente: A Família Uberti tem um encontro neste sábado


Comentários:


Voltar ao topo