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21/12/2017 | 15h30min

Hospital de Caridade de Santiago se preocupa com a falta de soro contra picada de animais peçonhentos

Uma das causas é a falta do veneno de serpente para produção do soro, pelo Instituto Butantã

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

O Hospital de Caridade de Santiago está preocupado com o baixo número de ampolas de soro Antibotrópico (usado para picadas de cobras e outros animais peçonhentos graves).

 

 Uma das causas é a falta do veneno de serpente para produção do soro, pelo Instituto Butantã em São Paulo.

 

De acordo com a diretora técnica do HCS, Sonia Nicola, até então a instituição possuía 40 ampolas; hoje existem apenas 07. Para um paciente em estado grave que necessite de 12 ampolas, resta o encaminhamento para Santa Maria. O tempo é um fator preocupante, devido à hemorragia causada pela picada de cobra, que acaba atingindo os rins.

 

A médica pediu às pessoas que moram no interior, que evitem caminhos pedregosos e matagais; utilizem botas, calça e camisa de manga longa. Alerta também para quem costuma acampar, sugerindo áreas limpas, mesmo assim mantendo o cuidado em relação ás cobras e escorpiões. Diante da falta de soro, a prevenção é o melhor remédio para todos.

 

Sonia Nicola já conversou com a secretária municipal  da Saúde Giselle Ribeiro, no sentido de buscar a reposição do antibotrópico, acrescentando que mesmo com a quantidade existente a preocupação se mantém em função do verão e os riscos que as pessoas estão sujeitas ao serem picadas por cobras.


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