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08/03/2017 | 18h06min

Greve é a aprovada pelos professores estaduais a partir do dia 15 de março

Além da questão salarial, estão os pacotes de medidas dos governos Temer e Sartori

Professores manifestam no centro de Porto Alegre. Foto: Lucas Abati/Gaúcha/divulgaçãoProfessores manifestam no centro de Porto Alegre. Foto: Lucas Abati/Gaúcha/divulgação

Na tarde desta quarta-feira, 8, os professores da rede estadual aprovaram, greve por tempo indeterminado a partir do dia 15 de março. A assembleia geral da categoria foi realizada no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre.

 

O movimento é adesão à greve convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) em todo o país. Outros estados também já aprovaram paralisação.

 

Além da questão salarial, entre os principais motivos do movimento estão os pacotes de medidas dos governos Temer e Sartori, e as reformas da Previdência, trabalhista e do Ensino Médio.

 

Logo após a decisão, os professores iniciaram uma caminhada em direção à Esquina Democrática, seguindo até o Palácio Piratini, na Praça da Matriz.

 

Em nota, a Secretaria da Educação chamou a decisão dos grevistas de "inoportuna" e afirmou confiar que "os nossos professores estaduais permanecerão em sala de aula, em respeito aos alunos e à comunidade escolar".

 

O texto também lembra que o Estado pagou "completivo do piso do magistério referente ao período de 2015 a 2017, impactando R$ 200 milhões/ano nos cofres públicos". Segundo a secretaria, a medida garantiu que "nenhum professor tivesse remuneração inferior ao piso nacional".

 

GAÚCHA


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