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08/08/2017 | 14h43min

Estudantes são recebidos na usina de triagem para saber o destino do lixo em Santiago

As crianças puderam acompanhar de perto todo o processo de destinação do resíduo que sai das suas casas

Fotos: DivulgaçãoFotos: Divulgação

Alunos da escola Criança Feliz foram recebidos no Centro de Triagem e Transbordo de Resíduos para saber como é o local que recebe todo o lixo da cidade. Os estudantes foram recebidos pelos biólogos Andressa Bittencourt Delevati e Dan Martins, da Secretaria de Meio Ambiente, que explicaram toda trajetória que o lixo faz desde que sai da casa das pessoas. Eles ressaltaram a importância de separar o lixo reciclável do lixo orgânico, pois lá na esteira isso faz a diferença. As crianças puderam acompanhar de perto todo o processo de destinação do resíduo que sai das suas casas. Puderam ver de perto o processo de Triagem deste material na Esteira e acompanhar o trabalho da Coomares ( Cooperativa de Material Recicláveis de Santiago).

 

Atualmente a coleta seletiva em Santiago funciona de três maneiras: por meio do trabalho dos catadores, não vinculados a cooperativas ou associação, os quais executam a coleta com as carrocinhas no centro da cidade; através da Arpes (Associação de Profetas de Ecologia de Santiago) que conta com aproximadamente 10 integrantes e executa a coleta  de todo o tipo de material reciclável nos bairros de porta em porta e com caminhão cedido pela Prefeitura e através da Comares (Cooperativa de Materiais Recicláveis) vinculada ao Centro de Triagem e Transbordo de Resíduos (CTT). 

 

A Cooperativa COMARES conta com 22 integrantes que trabalham no caminhão de Coleta Seletiva e no Centro de Triagem, onde separam e reciclam todo o tipo de resíduo que pode ser reaproveitado. Posteriormente, esse material é vendido, gerando um lucro para cada integrante.  O Centro de Triagem e Transbordo (antiga Usina de Rejeitos) está localizado no Rincão dos Vianas e recebe umas 700 toneladas mensais de resíduos domésticos. Destas, 80 toneladas são recicladas. O resíduo que chega até o centro de Triagem e não pode ser reciclado, é encaminhado para o aterro de Santa Maria.

 

Todo o resíduo reciclável gerado nas nossas residências, se acondicionado em sacos separados do lixo orgânico, pode ser reaproveitado quando chega no processo de triagem. Isso significa que pode ser vendido e gerar lucro para quem trabalha no centro de triagem.

 

"Se mais pessoas separassem o resíduo seco do orgânico dentro de suas casa, mais material limpo e em boas condições de reciclagem chegaria até sua destinação final adequada, por meio de catadores, ou por meio da triagem no CTT", ressalta a bióloga Andressa Bittencourt Delavati.

 


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