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10/07/2017 | 15h51min

Espaço na praça do QG será criado para organizar o comércio de ambulantes no centro

Ideia vinha sendo trabalhada pela Prefeitura há um tempo

Éldrio Machado mostra o projeto aos ambulantes. Fotos: DivulgaçãoÉldrio Machado mostra o projeto aos ambulantes. Fotos: Divulgação

Em reunião com 13 trabalhadores ambulantes de Santiago na manhã desta segunda, o prefeito Tiago Gorski Lacerda informou que a Prefeitura pretende estruturar um centro popular de compras na praça Franklin Frota (Praça do QG), ideia que vinha sendo trabalhada pela Prefeitura há um tempo. Essa opção foi apresentada aos trabalhadores como alternativa provisória para que não permaneçam fixos em frente das empresas no calçadão e arredores, já que existe uma solicitação do Centro Empresarial, em nome de todo o comércio que se sente prejudicado pela permanência deles em frente às lojas, com mesas e dispositivos que atrapalham o trânsito e a visibilidade de vitrines. 

 

Considerando a importância dos lojistas para a economia do município, como o maior gerador de empregos, o pedido do Centro Empresarial recebeu a devida atenção do Executivo, que busca harmonizar a demanda dos empresários com a necessidade dos vendedores informais.

 

Prefeito de Santiago fala sobre notificação a treze ambulantes

 

"Não queremos proibir ninguém de trabalhar. Mas é preciso legalizar, obedecer às regras e achar a melhor solução para os ambulantes", preocupa-se o prefeito, que ressalta que todos pagam as taxas para trabalhar. Do mesmo modo, ele ressaltou que o município não é contra o comércio informal, tanto que já está estruturando o "Brique da Praça", cuja primeira edição será no dia 6 de agosto e vai estimular o comércio popular um domingo por mês.

 

No final de semana foram feitas algumas publicações nas redes sociais concentrando-se somente no caso de um ambulante senegalês, como se a notificação tivesse sido só pra ele. "Foram 13 notificados. Os nove brasileiros e os quatro estrangeiros estão sendo tratados de maneira igual. Temos de resolver não o problema de um, mas o de todos, coletivamente", ressaltou. Da mesma maneira, baseado nas reclamações, a Prefeitura deverá adequar as empresas que ocupam as calçadas com mesas em horário de comércio.

 


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