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14/04/2018 | 15h46min

Crise entre EUA e China abre espaço para venda da soja brasileira

Entidades do setor agrícola, como CNA e Aprosoja, reconhecem oportunidades à curto prazo, mas recomendam cautela aos produtores

China e Estados Unidos, duas das maiores potências políticas e econômicas do mundo, entraram em uma batalha. Mesmo sem armas envolvidas, a tensão econômica entre os dois países tem reflexos em diversos setores, principalmente no mercado financeiro.



Desde o anúncio americano de tarifas de US$ 50 bilhões sobre importações chinesas, produtores agrícolas brasileiros observam atentamente essa "guerra velada". No início do mês, em resposta à taxação, o governo de Pequim impôs tarifas de 25% sobre 128 produtos "made in USA", como soja, carros, aviões, carne e produtos químicos.



O combate aos produtos de origem estrangeira é uma bandeira de campanha do presidente Donald Trump. Desde março, ele começou a colocar em prática sua política 'America First', que tem como foco principal fortalecer a indústria americana em detrimento de produtos importados.



Entre os produtos taxados está um dos pilares da agricultura brasileira: a soja. No ano passado, foram produzidos mais de 114 milhões de toneladas de soja no Brasil, segundo a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Maior exportador mundial da oleaginosa, o Brasil bateu recordes na última safra, em meio a condições climáticas consideradas “perfeitas” pelo mercado.


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