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26/04/2018 | 10h20min

Câmara amplia pena para homicídio de vítimas sob proteção da Lei Maria da Penha

O texto ainda vai ser analisado pelo Plenário da Câmara dos Deputados

 A emenda deixou o texto mais claro e tornou a pena mais rígida. Foto: Ieda Beltrão A emenda deixou o texto mais claro e tornou a pena mais rígida. Foto: Ieda Beltrão

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, o projeto de lei que aumenta em até 50% a pena para quem matar a mulher que esteja sob proteção da Lei Maria da Penha.

 

A proposta, de autoria do deputado Marcos Monte, do PSD de Minas Gerais, sofreu alterações na Comissão de Seguridade Social e Família. A emenda deixou o texto mais claro e tornou a pena mais rígida, já que a proposta original só previa o aumento da punição em até 1/3.

 

Foi então que o relator da matéria na CCJ, o deputado Paulo Magalhães, do PSD da Bahia, apresentou parecer pela constitucionalidade e juridicidade do projeto com a emenda, recomendando a aprovação de ambos. Segundo ele, a situação especial da mulher vítima de violência exige uma resposta especial do Estado e, por conta disso, é pertinente e razoável tratar com maior rigor os agressores que, uma vez denunciados, desafiam as medidas protetivas de urgência aplicadas pelo juiz e perpetuam a violência.

 

Entre as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha estão o afastamento do lar, a suspensão da posse de arma, a proibição de se aproximar da vítima e de eventuais testemunhas da agressão, e a restrição de visita aos filhos.

 

O texto, que foi já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), ainda vai ser analisado pelo Plenário da Câmara dos Deputados.


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