No ar:
Plantão Gaúcha - Rede Gaúcha Sat    22h00min às 23h59min

Ouvir!     

» Geral » Política


27/04/2018 | 10h09min

Anvisa barra lote de peito de frango que pode causar meningite

A carne em questão é a fabricado pela G L Faleiros Indústrias de Alimentos Eireli

Um lote de peito de frango cozido desfiado foi proibido pela Anvisa devido a presença de uma bactéria que pode causar doenças em humanos, entre elas a meningite. O lote 0320 da marca D+ Alimentos teve a distribuição e comercialização do produto suspensa em todo o país.

 

O peito de frango em questão é o fabricado pela G L Faleiros Indústrias de Alimentos Eireli. Segundo a Anvisa, o comunicado de recolhimento do produto foi emitido pelo próprio fabricante.

 

Esse é o segundo caso de problemas relacionado à carne de aves em 2018 no Brasil. Na última semana a União Europeia embargou a importação de frango de 20 frigoríficos brasileiros, 12 deles da gigante do ramo, a BRF. A justificativa é que o produto brasileiro não se adequava às exigências sanitárias do bloco econômico.

 

A decisão da União Europeia foi tomada após a deflagração da terceira fase da operação Carne Fraca, realizada pela Polícia Federal, e batizada de “Trapaça”. Nela, a PF constatou que alguns frigoríficos brasileiros fraudavam os resultados de exames e testes para a presença da bactéria da salmonela, presente na flora intestinal do frango, e que, em alguns casos, pode causar a morte em humanos.

 

O ministro Blairo Maggi respondeu à decisão informando que o embargo não se baseava em questões sanitárias, mas sim uma medida protecionista por parte da UE. Em resposta, o ministro afirmou ainda que irá abrir um painel contra o bloco na Organização Mundial Comércio para reverter o panorama.

 

EBC


Veja também:


18/10/2018 | 17h30min

» Educação: Cartões do Enem serão liberados na segunda-feira

18/10/2018 | 17h08min

» Boa ideia: Empresas de Santiago aderem ao mês da alimentação saudável com promoções

18/10/2018 | 17h00min

» Economia: Comitiva embarca para China com a missão de atrair investimentos para Santiago e região


Comentários:


Voltar ao topo