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31/08/2017 | 09h47min

Agentes de saúde fazem varredura contra a dengue no cemitério de Santiago

Missão era a de eliminar possíveis focos do mosquito e aplicar larvicida onde pudesse ser encontrado

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

A combinação de chuva, seguida de dias mais quentes é a preferida do mosquito da dengue. O aedes aegypti aproveita qualquer tampinha de garrafa com água parada para depositar seus ovos e se proliferar. Imagine, então, a diversão que é para ele um cemitério, um ferro-velho, uma caixa d'água descoberta.

 

Na terça mais de 100 agentes comunitários e de controle de endemia de Santiago, Unistalda, Itacurubi e Capão do Cipó participaram de uma capacitação em vigilância e controle vetorial do aedes aegypti promovida pela Secretaria de Saúde do Estado e 4ª Coordenadoria de Saúde.

 

Nesta quarta todos foram "a campo" para colocar em prática o treinamento, fazendo uma varredura no cemitério de Santiago, verificando cada corredor, cada espaço estreito, cada vão. A missão era a de eliminar possíveis focos do mosquito e aplicar larvicida onde pudesse ser encontrado. Mas o trabalho não para por aqui e requer a conscientização de cada pessoa que precisa assumir a sua parte nesta luta constante.


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