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01/05/2016 | 15h37min

"Totalmente demais": Carolina adota menino soropositivo

Gabriel será a razão de viver da jornalista

Desafio para a jornalista de moda. Foto: Divulgação/GloboDesafio para a jornalista de moda. Foto: Divulgação/Globo

Carolina (Juliana Paes) só consegue adotar Gabriel quando a assistente social conta que ele é soropositivo. É que o juiz nega a guarda provisória quando descobre que Carol está sendo processada por Eliza (Marina Ruy Barbosa). Desesperada, a jornalista procura a rival e pede que a ruiva retire o processo contra ela. "Gabriel, nome de anjo. E é o que ele é. Mas, porque eu tô sendo processada por você, Eliza, o orfanato não vai me dar um parecer favorável e a adoção vai ser negada. Essa é a única chance que eu tenho de ser mãe. E agora que eu encontrei o Gabriel, um menino incrível, especial... Não tira meu filho de mim, Eliza. Por favor!", suplica ela.

 

Eliza fica comovida e chama seu advogado, mas ele afirma que já não há mais como fazer isso. "Nós já temos até audiência marcada. O máximo que se consegue é aliviar na esfera cível, o processo por danos morais. Eu apresento um acordo extrajudicial entre vocês, a senhora Carolina aceita pagar uma indenização. O problema é que não temos mais o que fazer na esfera criminal. A Eliza processou a senhora por lesão corporal, injúria e difamação. São crimes que precisam ser julgados", explica o advogado.

 

Carol fica arrasada e decide visitar Gabriel no orfanato todos os dias. "Eu não posso ficar aqui, derrotada, chorando pelos cantos. Eu sou uma batalhadora, mana. Eu vou lutar pelo Gabriel. Mesmo que o juiz não me deixe adotar, eu vou visitar aquele menino todo dia se deixarem", fala ela a Dorinha (Samantha Schmütz). Quando ela chega ao orfanato e diz para a assistente social que não vai deixar de ver Gabriel, a profissional conta para a jornalista que o garoto é é soropositivo. "Eu não quis te falar antes porque tava cansada de ver o Gabriel ser rejeitado por causa disso. Meninos já são menos adotados que meninas, negros menos que brancos, na idade dele então... Eu arrisquei meu emprego, mas não me arrependo. Eu não escrevi essa informação na ficha do Gabriel pra não acabar com as poucas chances que ele tinha de conseguir um lar", fala ela.

 

Carol cambaleia, em choque. "Eu tô confusa, não sei o que pensar", diz. "Eu só preciso que você me responda uma coisa. Agora que você tem essa informação, você ainda quer adotar o Gabriel?", pergunta Claudia. Carolina pergunta sobre o processo: "Você tinha dito que dificilmente o juiz permitiria que ele ficasse comigo. E que vocês não me dariam um parecer favorável". "Eu falei a verdade. Mas se você se mostrar disposta a adotar o Gabriel, sabendo da sua condição, o juiz pode se sensibilizar. Só três por cento dos candidatos aceitam crianças com HIV. Tem uma lei que pode acelerar e facilitar a adoção nesses casos. O juiz sabe que se o Gabriel perder a chance que ele tem com você, provavelmente não vai conseguir sair desse orfanato antes dos dezoito anos", explica Claudia. "Ele é a melhor coisa que aconteceu na minha vida. O que eu mais quero é que ele seja meu filho!", diz Carolina, emocionada.


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