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04/09/2016 | 15h14min

"Nada Será Como Antes": trama que fala sobre o início da televisão no Brasil

Com estreia no dia 27 de setembro, a série e escrita por Guel Arraes, Jorge Furtado e João Falcão

Saulo e Verônica vivem história de amor. Foto: Globo/Estevam Avellar/DivulgaçãoSaulo e Verônica vivem história de amor. Foto: Globo/Estevam Avellar/Divulgação

O ano é 1946 e é possível ouvir o som dos rádios ecoando por cada lar brasileiro. A voz do locutor é algo tão familiar aos ouvidos das donas de casa, que ela até se atreve a contar histórias e anunciar produtos. É neste cenário que conhecemos Saulo Ribeiro (Murilo Benício), um talentoso vendedor dos populares aparelhos, que se apaixona perdidamente pela voz marcante de Verônica Maia (Débora Falabella). Juntos e apaixonados, o casal deixa o interior para ganhar a vida na capital fluminense. Dez anos se passam e, assim como Saulo planejara, Verônica se torna a diva da Rádio Copacabana, e ele, um perspicaz produtor do ramo.
 

Saulo Ribeiro é inquieto e visionário. No auge dos anos 50 no Brasil, ele decide arriscar suas fichas em um sonho que, aparentemente, parece loucura para muita gente: a inauguração da primeira emissora de televisão. Com experiência na bagagem e confiança de sobra, tudo que ele precisa é de um investidor. E ninguém melhor do que Otaviano Azevedo Gomes (Daniel de Oliveira), um jovem rico e metido na política, para financiar as primeiras produções da TV Guanabara.

 

Os tradicionais aparelhos de rádio começam a ceder espaço para os inovadores televisores. É o começo de uma nova era. Para coordenar a fervorosa emissora, Saulo conta com a ajuda de Aristides (Bruno Garcia), seu melhor amigo e conselheiro, que também acumula as funções de produtor, roteirista e diretor.

 

A ascensão de uma nova estrela

 

Tudo parece estar correndo muito bem para Saulo, até o momento em que descobre que é incapaz de gerar um filho. Com vergonha de assumir o problema para a esposa, ele opta pelo fim do casamento, e a atriz acaba dividindo apartamento com o ex-colega de trabalho, Péricles (Fabrício Boliveira). O processo de divórcio, no entanto, não impede o empresário de convidar a ex-mulher para protagonizar, ao lado de Rodolfo (Alejandro Claveaux), a novela Anna Karenina, a primeira grande aposta da TV Guanabara.

 

É nesse meio tempo que Beatriz (Bruna Marquezine), uma dançarina de boate que sonha com a fama, aparece na frente de Saulo. Sensual e persuasiva, a jovem consegue um emprego na TV Guanabara, integrando o elenco da telenovela. A exuberância e o frescor da atriz principiante encantam não só a audiência e a mídia, como também Otaviano, que, para o desgosto do pai, assume publicamente o romance. Outra que não gosta nem um pouco dessa história é Verônica, se vê ofuscada pela nova estrela.

 

A família Azevedo Gomes

 

Otaviano e Julia (Letícia Colin) são filhos do magnata Pompeu (Osmar Prado), um homem extremamente rico, dono de empresas em diversos setores industriais. Enquanto Otaviano é um jovem mimado e sem grandes ambições, Julia é calculista e dominadora. Inclusive, é ela quem incentiva o irmão a assumir o lugar do pai na política e a fechar negócio com Saulo. Criados sem a mãe, os dois jovens da elite carioca possuem uma relação extremamente íntima um com o outro, a ponto de dividirem um romance com Beatriz.

 

Gshow


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